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Inibição reprodutiva em Daphnia magna Straus, 1820, expostas a amostras de sedimento de uma área sob impacto de indústria petroquímica TERRA1, N.R., FEIDEN2, I.R., MOREIRA3, J. de S. & NUNES4, E.A. 1 Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luís Roessler (FEPAM). Av. Salvador França, 1707 - CEP 90960-000 Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil. e-mail: 1 nara.terra@ufrgs.br; 2 ildafeiden@gmail.com; 3 julianomoreirabio@yahoo.com.br; 4 emilenenunes@aol.com RESUMO: O arroio Bom Jardim é um dos formadores da bacia hidrográfica do rio Caí e recebe influência de rejeitos de um complexo industrial petroquímico desde 1982. A ação do sedimento deste arroio foi estudada sobre o cladócero Daphnia magna Straus, 1820 para observar o impacto que o complexo industrial causou até o momento. Para avaliar a ação desta área, três locais foram definidos para realização de testes crônicos do sedimento. Foram planejados testes de longa duração em fluxo semi-estático, sendo que ao início das observações os microcrustáceos possuíam entre 2 a 26 horas de vida. Dez indivíduos, foram dispostos individualmente, por amostra, em béqueres contendo uma parte de sedimento para quatro partes de meio específico utilizado para cultivo de Daphnia magna (v:v). Em todos os locais, a reprodução apresentou-se abaixo do limite mínimo esperado para a manutenção da espécie (20 indivíduos/ninhada), chegando algumas vezes a zero no local mais impactado, como aquele situado junto à área de aspersão dos efluentes tratados deste complexo petroquímico. Tanto a sobrevivência quanto à reprodução sugerem que o arroio apresenta qualidade decrescente do sedimento, em direção a foz. Considerando a reprodução e a sobrevivência, observamos que a primeira foi mais sensível para a identificação da qualidade ambiental nos ensaios realizados. Palavras-chave: Ensaios crônicos, Cladóceros, Microcrustáceos epibênticos, Sedimento. |
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