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Zooplâncton e a qualidade da água das lagoas costeiras do Rio Grande do Sul, Brasil PEDROZO 1, C. DA S. & ROCHA2, O. 1 Departamento de Ecologia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul: Av. Bento Gonçalves, 9500, prédio 43422, CEP 91540-000, Porto Alegre, RS, Brazil. 2 Departamento de Ecologia e Biologia Evolutiva, Universidade Federal de São Carlos: Via Washington Luiz km 235, C. P. 676, CEP 13560-905, São Carlos, SP, Brazil. RESUMO: As propriedades indicadoras dos grupos zooplanctônicos foram avaliadas ao longo do gradiente de qualidade ambiental causado pela descarga de efluente orgânico nas seguintes lagoas: Marcelino, Peixoto, Pinguela, Palmital, Malvas e Lagoa do Passo, localizados na planície costeira do Rio Grande do Sul e que são interligadas entre si por meio de canais. As abundâncias das espécies, interpretadas através da análise de agrupamento, revelaram uma estreita relação com as características limnológicas do sistema. Os dados de abundância relativa, revelaram espécies “sensíveis”, “indiferentes” e “tolerantes” à poluição orgânica. Brachionus caudatus, B. angularis, B. calyciflorus, Keratella cochlearis tecta, Euchlanis dilatata, Filinia longiseta, Bosmina longirostris, Moina micrura e Acanthocyclops vernalis foram consideradas tolerantes à poluição orgânica, K. cochlearis, K. americana, K. tropica, K. valga, Trichocerca capuccina e Pompholyx complanata, Ceriodaphnia cornuta cornuta, C. cornuta rigaudi, Diaphanosoma birgei e Notodiaptomus incompositus indiferentes e Bosminopsis deitersi, Moina minuta e Thermocyclops minutus , sensíveis à poluição orgânica. Palavras-chave: comunidade zooplanctônica, lagoas, variáveis ambientais, bioindicadores, qualidade ambiental. |
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