![]() |
||
|
Reprodução e sobrevivência de Daphnia
magna Straus, 1820 TERRA1, N.R & FEIDEN2 , I.R. 1 Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luís Roessler, RS – Divisão de Biologia Rua Salvador França, 1707, CEP: 90690 000, Porto Alegre, RS, Brasil. E.mail narart@fepam.rs.gov.br 2 Bolsista CIAMB/PADCT/FINEP/FEPAM Convênio n077971116.00. RESUMO: No estado do Rio Grande do Sul, situado ao sul do Brasil, são realizados ensaios com Daphnia magna Straus, 1820, para avaliar a qualidade ambiental das bacias hidrográficas a ele pertencentes e dos efluentes das indústrias nele localizadas. Sendo esta espécie natural de regiões que apresentam água com elevado teor de carbonato, enquanto que as bacias hidrográficas deste Estado apresentam água com baixo teor de carbonato, foi necessário observar a existência ou não de estresse nesta espécie devido à alteração da dureza do meio. Este trabalho apresenta resultados de testes crônicos com Daphnia magna Straus, 1820, expostas por 21 dias a 10, 40, 80, 120, 160, 200 e 250mgCaCO3/L. Durante o período de exposição dos organismos, a diferentes durezas, foram realizadas observações em dias alternados, para avaliar a sobrevivência e a reprodução dos indivíduos, frente a variação da dureza da água. Os resultados obtidos sugerem não haver diferença significativa na reprodução de D. magna entre o valor mais baixo de dureza da água e o mais elevado, utilizados no ensaio. A sobrevivência entre as diferentes durezas esteve sempre dentro da porcentagem exigida para o controle, portanto classificada como normal. Palavras-chave: Daphnia magna, dureza, bioensaios, Cladocera. |
||
resumo em inglês pdf em inglês
Copyright 2005. Todos os direitos reservados. Sociedade Brasileira de Limnologia